
Num final de tarde, na curva do estacionamento do shopping, eu o vi pela primeira vez.
O sorriso, os olhos, a barba por fazer... e além de tudo o apelo! Tem toda uma força neste tipo de apelo que eu nem saberia explicar.
O pior é que não era só lá que ele estava.
Como mágica, ele aparece por toda parte em que eu me encontro: no caminho pro campus, no caminho pra casa, no caminho pra tudo!
Verdadeira perseguição esse sorriso. E os olhos? Fora o apelo. É covardia apelar dessa forma...
Os dias passam e aquele rosto lindo não sai da minha cabeça. Pudera, ele sempre aparece em todos os lugares! Abro uma revista, ele tá lá; pego um jornal, e dou de cara com ele de novo! Até quando vou ver meus e-mails, os olhos aparecem pra mim na tela.
Devo estar ficando maluca, ou eu estava dormindo e sonhei, mas tenho quase certeza de tê-lo visto na TV de madrugada.
Será que é isso que os 'estudiosos da mente' chamam de obsessão compulsiva? Ou seria espécie de brincadeira que meu cérebro resolveu fazer comigo. Eu já me apaixonei inúmeras vezes. Só que isso beira ao ridículo!
E agora, enquanto eu e meu alterego tomamos tranqüilamente nosso rotineiro café, ele simplesmente entra pela porta. Não está sorrindo. Mas é ele sim, eu tenho certeza. Meus braços e pernas ficam paralisados ao vê-lo se materializar assim, se mexendo, caminhando... não é mais somente aquele sorriso estático, com aqueles olhos e aquele apelo... É a humanização do que eu vejo há dias, do que me persegue até nos sonhos.
Olho para a outra metade do meu cérebro que, com um sorriso, já me entende bem:
O sorriso, os olhos, a barba por fazer... e além de tudo o apelo! Tem toda uma força neste tipo de apelo que eu nem saberia explicar.
O pior é que não era só lá que ele estava.
Como mágica, ele aparece por toda parte em que eu me encontro: no caminho pro campus, no caminho pra casa, no caminho pra tudo!
Verdadeira perseguição esse sorriso. E os olhos? Fora o apelo. É covardia apelar dessa forma...
Os dias passam e aquele rosto lindo não sai da minha cabeça. Pudera, ele sempre aparece em todos os lugares! Abro uma revista, ele tá lá; pego um jornal, e dou de cara com ele de novo! Até quando vou ver meus e-mails, os olhos aparecem pra mim na tela.
Devo estar ficando maluca, ou eu estava dormindo e sonhei, mas tenho quase certeza de tê-lo visto na TV de madrugada.
Será que é isso que os 'estudiosos da mente' chamam de obsessão compulsiva? Ou seria espécie de brincadeira que meu cérebro resolveu fazer comigo. Eu já me apaixonei inúmeras vezes. Só que isso beira ao ridículo!
E agora, enquanto eu e meu alterego tomamos tranqüilamente nosso rotineiro café, ele simplesmente entra pela porta. Não está sorrindo. Mas é ele sim, eu tenho certeza. Meus braços e pernas ficam paralisados ao vê-lo se materializar assim, se mexendo, caminhando... não é mais somente aquele sorriso estático, com aqueles olhos e aquele apelo... É a humanização do que eu vejo há dias, do que me persegue até nos sonhos.
Olho para a outra metade do meu cérebro que, com um sorriso, já me entende bem:
- Aham... é ele sim! O 'pai' da campanha da Vivo!



