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segunda-feira, 29 de março de 2010

Doida & Santa...

Achei este teste, fiz para saber qual livro nacional eu sou e eis o resultado:


Vou comprar pra ver se realmente me identifico.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Denúncia


Farsante (adj. e s.m. e s.f.). 1. Diz-se de, ou pessoa que faz rir com suas representações, gracejos e piadas; 2. Pessoa que não procede com seriedade; 3. Fingido, simulador.



Ao longo dos anos em que eu uso internet, acabei conhecendo muita gente com quem eu tenho hoje, amizades pessoais. Algumas destas pessoas já estiveram na minha casa, já estive na casa delas... já tomamos chopp juntos, já viajamos... e agora, fazemos parte da história uns dos outros.

Porém a internet antes era muito mais segura. As pessoas que acessavam a rede eram pessoas impreterivelmente instruídas e educadas. Não havia outro objetivo que não o de estabelecer contato com o maior número de pessoas, nos mais diversos lugares do planeta. Foi graças à internet, a propósito, que eu exercitei meu inglês escrito e falado.

Jamais me senti insegura em dar meu telefone, meu endereço para correspondências naquele tempo. Hoje em dia, já não é bem assim.

Alguns de vocês, que acompanham meu blog há mais tempo, sabem que eu fiquei um tempão sem blogar, sem comentar, sem interagir... E é óbvio que tem uma razão: fui vítima das canalhices de uma pessoa. Pessoa esta a quem eu monitoro desde então. E por que eu a monitoro? Porque a criatura em questão continua agindo e enganando mais gente. E porque ela, além de já ter mudado de identidade algumas vezes, é tão ousada, que eu não duvido que tente se reaproximar de mim novamente (ou de algum amigo meu), com o intuito de me provar que pode me enganar novamente.

Todos os meus amigos sabem a quem eu me refiro. E pros que não sabem, indico o blog do qual ou colaboradora (juntamente com outras pessoas que estiveram igualmente na mesma situação) para conhecerem a história da farsa do Dr. Leonardo (que já foi Araújo, já foi Werneck e agora, pelo que me consta, atende pelo nome de Leonardo G. Brandão, ou o Dr. Do Absurdo, ou ainda ‘O Teórico’).

A maioria das informações levantadas por um esforço de várias pessoas está no blog “A Grande Farsa”, que eu peço para que vocês leiam desde o começo. Temos acessoria de gente que já lidou com coisas parecidas. E estamos devidamente orientados para divulgar somente os dados que não armem ainda mais a ardilosa história que a farsante montou.

Não tenho nenhum medo de estar sendo injusta, pessoas. Eu tenho certeza de tudo o que está lá. E quem quiser falar comigo a respeito, eu não tenho nenhum problema em esclarecer o que quer que seja (mandem e-mail - maryfantinel@gmail.com - que eu mando meu MSN)... Mesmo por que a pessoa em questão JAMAIS processou qualquer das pessoas envolvidas nas acusações. Simplesmente porque não é real!

Eu, como vocês sabem, sou BEM real. Tem dias que sou bem mais real do que gostaria. Precisava avisar novamente sobre essa palhaçada porque andei olhando os comentários da criatura sociopata e vi que tem gente de blogs que eu conheço sendo enganadas.

A dica para quem achar tudo um ABSURDO (porque é) e tiver dificuldades em aceitar é exigir que a pessoa se mostre na webcam (pra quem fala com ‘ele’ nos messengers) porque isso jamais vai ocorrer.

Não foi um absurdo o caso da advogada brasileira (Paula Oliveira) que mentiu à polícia sido atacada por extremistas skin heads na Suíça? As razões que levam as pessoas a fazerem esse tipo de coisa nem entram em discussão aqui.

É isso, gente! Assunto chato. Nem gostaria de ver essa sujeira toda novamente vinculada ao meu blog. Masnão vou calar ao ver outras pessoas perderem seu tempo, sua educação e dar sua atenção a uma pessoa doente e totalmente inventada por alguém que, no mínimo, tem altos problemas psicológicos (ou psiquiátricos).

domingo, 19 de outubro de 2008

No meu espelho...


Engraçado como chegamos a esse ponto. Só que a mim agora, resta usar de todas as armas pra te elevar. Porque gosto de ti. Porque abraço tua causa. Porque, de algum modo, estamos no mesmo bote. E te digo Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? Entretanto, tu és resistente. E tenho que insistir o tempo todo. Chamo a tua atenção. Transformo-me em teus olhos, teus ouvidos, tuas mãos, tua voz. E grito! Porque é de gritos que precisas. Pra colocar pra fora isso tudo que te sufoca. O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo como "estou contente outra vez". E sabe o que eu farei no momento em que me deres a entender que tu estás livre? Irei sorrir o meu melhor sorriso. Darei a minha maior gargalhada de felicidade. Encherei meus olhos de lágrimas. Porque tenho pensado tanto em te ver feliz... em te ver sorrindo, cantando, dançando... livre afinal! De todo modo, sabemos que as coisas acabam e começam e acabam e começam em um ciclo interminável. Não podemos falar que nunca mais vai acontecer, que seremos livres e felizes pra sempre. Mas no momento em que te souber finalmente 'contente outra vez', ficarei igualmente contente. Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". E eu te falo de uma coisa que eu cultivo no dia a dia. E tu falas que tens exercitado teu lado paciente também. É difícil, né? Porém não é impossível. Não pra nós! Somos muito mais fortes agora, sabemos que não estamos sós. Juntamos forças. Somos imbatíveis, pois. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Fica muito mais fácil quando dividimos com alguém nossas agruras, nossos infortúnios... e ultimamente até as alegrias vieram pra roda, não é mesmo? Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.
Porque paciência é uma virtude.

*Trechos de Caio F.

domingo, 13 de julho de 2008

Stand by...


É quando o tempo fica escasso, quando as atividades da 'vida real' se tornam mais e mais urgentes, que eu penso em abandonar este espaço. Não sobra cabeça pra escrever nada de interessante e eu acho injusto com quem lê que eu fique tanto tempo sem atualizar. Porque se no começo eu escrevia pra mim somente, hoje eu já me sinto comprometida com vocês. Louco isso, né?
Mas é exatamente assim que eu me sinto. Cada vez que penso 'nossa, faz tempo que eu não atualizo!', não é em mim que eu estou pensando. É nas pessoas que, de repente, criam algum tipo de expectativa, que lêem os blogs quase que diariamente.
Eu sei disso porque quando eu tinha mais tempo, ficava frustrada ao visitar algum blog e ele não ter sido atualizado. Agora entendo as razões e me sinto até meio boba.
O fato é que está realmente impossível postar com mais freqüência e acredito que, daqui pra frente, vai ficar pior ainda. São muitos os compromissos, muitas as cobranças e muito o que fazer.
Então, me despeço por enquanto... Sei que volto e, talvez, mais cedo do que eu mesma imagine. Espero encontrá-los de novo por aqui.
Obrigada pelo carinho dos comentários e por gastarem um pouco de seus preciosos tempos com meu blog.
Até breve!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Não consigo...


Não consigo escrever. Me faltam as letras, as histórias, as idéias... Estão ausentes as palavras e as certezas. Não consigo colocar em um texto aquelas velhas convicções. Não consigo escrever.
Brinco mentalmente com as letras, aguço os meus sentidos, monto metáforas muito frágeis e até inconsistentes. Desisto. Não consigo escrever.
Enquanto observo a chuva lá fora (que me faz perder a vontade de sair de casa) concluo que não consigo sequer pensar em algo para escrever.
Olho para o livro que está na cabeceira tentando imaginar alguma cena que poderia ser descrita. Espreguiço-me entre os travesseiros e edredons. Mas não consigo escrever.
Já sentada na cama. Caneta erguida na mão direita, suspensa no ar, caderno aberto sobre as pernas. Escrevo ainda à mão sempre que posso. Mas agora não consigo. Não posso. Não sei. Não consigo escrever. Digo isso em voz alta, como se pudesse me provocar. Articulo as palavras pensadas levemente e devagar. Não consigo escrever. Não digo que não sei, que não quero, que não posso. Digo somente isso que é o que acontece agora e que é a única coisa que importa.
Este é o verdadeiro problema a resolver. Não consigo escrever.
Penso em outros tempos em que as palavras fluíam com facilidade e que a mão não podia acompanhá-las, tal a velocidade com que surgiam na mente. Era uma época em que todo dia havia algo pra compartilhar, algo pra contar, algo pra reviver ou registrar.
Não consigo escrever, definitivamente. E talvez no fim de contas seja mais fácil ser sincera comigo mesma. A escrita é uma arte, é um dom, algo que prescinde um talento que eu não tenho.
A chuva insiste. O movimento na cama começa a cessar. O caderno cai no chão, depois a caneta. A imagem de um texto mentalmente pronto já se desfaz. O desejo de expressar o vazio acaba.
E é tão simples constatar: não consigo escrever. Hoje não.

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